22
nov
17

Parques Nacionais para visitar

Parque Nacional de Anavilhanas (AM)
Parque Nacional de Aparados da Serra (RS)
Parque Nacional de Brasília (DF)
Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA)
Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT)
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO)
Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE)
Parque Nacional do Iguaçu (PR)
Parque Nacional de Itatiaia (RJ)
Parque Nacional de Jericoacoara (CE)
Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA)
Parque Nacional da Serra do Cipó (MG)
Parque Nacional Serra dos Órgãos (RJ)  *voltar
Parque Nacional da Serra Geral (RS)
Parque Nacional da Tijuca (RJ)
Parque Nacional de Ubajara (CE)
Parque Nacional Grande Sertão Veredas (MG/BA)
Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (MG)
Parque Nacional do Pau Brasil (BA)

Parques Nacionais

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22
nov
17

VIAGEM EM PAUTA – Site sobre viagens e destinos interessantes

 

 

 

link do site 

22
nov
17

Percy Harrison Fawcett – O verdadeiro Indiana Jones, Mato Grosso, Brasil

O Coronel Percy Harrison Fawcett foi um arqueólogo e explorador britânico que desapareceu ao organizar uma expedição para procurar por uma civilização perdida na Serra do Roncador, em Barra do Garças, no estado do Mato Grosso, Brasil.

Em 1925 convidou seu filho mais velho, Jack Fawcett, para acompanhá-lo em uma missão em busca de uma cidade perdida, a qual ele tinha chamado de “Z”. Após tomar conhecimentos de lendas antigas e estudar registros históricos, Fawcett estava convencido que essa cidade realmente existia e se situava em algum lugar do estado do Mato Grosso, mais precisamente na Serra do Roncador. Curiosamente antes de partir ele deixou uma nota dizendo que, caso não retornasse, nenhuma expedição deveria ser organizada para resgatá-lo. O seu último registro se deu em 29 de maio de 1925, quando Fawcett telegrafou uma mensagem a sua esposa dizendo que estava prestes a entrar em um território inexplorado acompanhado somente de seu filho e um amigo de Jack, chamado Raleigh Rimmell. Eles então partiram para atravessar a região do Alto Xingú, e nunca mais voltaram.

Durante as décadas seguintes, foram organizadas várias expedições de resgate, porém nenhuma obteve resultado positivo.  Ao todo, cerca de 100 exploradores morreram tentando procurar pelos membros da expedição de Fawcett. Três expedições de resgate também desapareceram na mesma região, que continua praticamente inexplorada até os dias atuais.

Livro e Filmes sobre essa incrível história:

 

07
nov
17

SENTIR A DOR OU SOFRER

É característica primitiva do funcionamento mental a de evitar desconfortos à qualquer custo e Sigmund Freud (1856 – 1939) bem nos orientou sobre isso em seu texto FORMULAÇÕES SOBRE OS DOIS PRINCÍPIOS DO FUNCIONAMENTO MENTAL, de 1911. Tanto na predominância do funcionamento mental dos bebês, quanto em certa cota do funcionamento do adulto, a tolerância ao sofrimento é capacidade pouco frequente no ser humano comum e menos ainda no sujeito quando adoecido ou perturbado.

O termo “sofrer” tem, pelo menos na língua portuguesa, usos distintos em seu significado e esse ensaio busca a reflexão dessa diferenciação, geradora de equívocos, em potencial. O conceito de sofrimento pode ser encontrado na tentativa de indicar o ato de sentir dor, sendo ela física ou psíquica. Nesse aspecto do termo, o sofrimento diz respeito à experiência de padecer por certa agonia. Por outro lado temos o termo no sentido de “passar por”, ou ainda “experimentar”. A partir desse segundo vértice, o conceito diz respeito à experiência de movimento, indicando mudança e transformação, num “sofrer o processo”.

Sofrer implica em transformação e as transformações no nível psíquico não têm retorno. Esse é um motivo obstrutor da predisposição para que a transformação possa fluir. Uma vez desenvolvida a cota de maturidade não pode haver retrocesso em que cada passo em frente, no amadurecimento configura-se na renúncia de formas imaturas de funcionamento. A imaturidade emocional é caracterizada pela busca desmedida do prazer, assim como na evitação a todo custo das frustrações, enquanto o amadurecimento implica em sofrimento.

 

 

 

fonte

01
nov
17

Um dia você aprende… – Willian Shakespeare

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a pedoá-la.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.

Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.

Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.

26
out
17

Filmes CEBB – Dharma com Pipoca

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04
out
17

“Não é sinal de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente”. Krishnamurti

Alguma vez você já parou para pensar o quão verdadeiras e livres são suas escolhas?

Você já parou para se perguntar quem ou o quê é o responsável pelas suas decisões e escolhas?

Já notou como somos treinados e manipulados, durante boa parte ou durante toda a nossa existência a reproduzir padrões?

Raros aqueles, que se atrevem, a criar novos comportamentos, hábitos e possibilidades…

Não nos ensinaram a observar o mundo para modificá-lo ou transformá-lo, apenas nos treinaram e moldaram para agir segundo um padrão estabelecido.

O mundo grita e tenta nos convencer, prender, enjaular nas suas certezas e ideias…

O mundo tenta impor certos padrões de comportamento, de escolhas…

Talvez o mundo também vai tentar te convencer que você ficou louco: “estar consciente? atento? ler rótulo? Comer comida de verdade? Ficar em silêncio? Respirar? Tá todo mundo respirando, não está?

O mundo lá fora só vai quer te lembrar uma coisa: “Precisa ter consciência não meu filho, faz aí a sua parte, engole essa comida e vai pra casa dormir que amanhã tem mais…”

O mundo pode querer que você apenas compre coisas…

O mundo pode querer que você use as roupas da moda, que fique super magra igual as mulheres das capas de todas as revistas e que faça crossfit, spinning, yoga e corra meia maratona, e depois de tudo isso, é claro, que você coma apenas um prato de salada.

O mundo vai querer um monte de coisa para voce… mas e você?

O que VOCÊ quer para a sua vida? O que VOCÊ quer para a sua existência?

Que possamos silenciar e refletir…

LauraPires